Azulejos Portugueses

ROTEIROS: Este roteiro não pretende ser exaustivo mas apenas apontar alguns exemplos mais significativos dos vários tipos de Azulejos Portugueses existentes em Portugal, do século XV até aos nossos dias.

Século XVAzulejos portugueses alicatados:
Sintra (Palácio da Vila)
Século XVIAzulejos hispano-mouriscos:
Sintra (Palácio da Vila)
Lisboa ( Museu do Azulejo)
Beja (Convento da Conceição)Azulejo renascentista:
Lisboa (Capela de S.Roque)
Azeitão (Quinta da Bacalhoa)
Século XVIIGrandes conjuntos:
Lisboa (Palácio Fronteira)Azulejo maneirista:
Lisboa (Capela de Sto. Amaro)Azulejo de caixilho:
Santarém (Igreja de Marvila)
Évora (Ermida de S.Bráz)Azulejo de tapete:
Sobral de Monte Agraço (Igreja de S. Quintino)
Évora (Igreja do Salvador)
Cuba (Igreja de S. Vicente)
Coimbra (Capela da Universidade)Frontais de altar:
Lisboa (Hospital de Sta. Marta)
Buçaco (Convento do Buçaco)
Almoster (Igreja de Almoster)
Século XVIIIAzulejo historiado:
Almansil (Igreja de S. Lourenço)
Évora (Igreja dos Lóios)
Arraiolos (Convento dos Lóios)
Lisboa (Hospital de s. José)
Lisboa (Igreja de S. Vicente de Fora)Figuras de Convite:
Santo Antão do Tojal (Palácio da Mitra)Figura avulsa:
Santo Antão do Tojal (Palácio da Mitra)
Odivelas (Convento – Antigo Mosteiro de Bernardas)
Lisboa (Palácio das Necessidades)Azulejos portugueses pombalino:
Oeiras (Palácio Pombal)
Lisboa (Quinta dos Azulejos)
Lisboa (Prédios da Baixa pombalina)
Azulejo neo-clássicoQueluz (Palácio)
Lisboa (Museu do Azulejo)
Lisboa (Igreja da Boa Hora)
Século XIXAzulejo figurativo:
Porto (Estação de S. Bento)
Buçaco (Hotel do Buçaco)
Lisboa (Cervejaria Trindade)
Lisboa (fachada da Fábrica Viúva Lamego)
Lisboa (fachada do Largo Rafael Bordalo Pinheiro) Azulejos portugueses semi-industrial:
Fachadas dos prédios de Lisboa, Porto e Ovar.
Azulejo arte-novaElementos decorativos de numerosas fachadas de Lisboa, Setúbal e Aveiro.
Azulejo art-decoVárias fachadas de Vila Franca de Xira.
Azulejo contemporâneoLisboa (Painéis da Av. Infante Santo)
Lisboa (revestimento mural da Av. Calouste Gulbenkian)
Lisboa (Estações do Metropolitano)
 

Azulejos Portugueses

 

 

 

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Azulejos Portugueses

 

GLOSSÁRIO

ALIZARRevestimento parietal que ocupa a parte inferior de uma parede e cuja altura pode variar sensívelmente entre um e dois metros.
AZULEJO ALICATADOComposição cerâmica que resulta da combinação de fragmentos de mosaico de várias cores, recortados a partir de placas coloridas, formando figuras geométricas.
AZULEJO AEROGRAFADOAzulejos portugueses em que as tintas são aplicadas à pistola sobre o vidrado opaco. Esta técnica é também denominada decoração ao terceiro fogo.
AZULEJO DE ARESTA OU CUENCAAzulejo hispano-mourisco dos finais do século XV e princípios do século XVI em que as várias cores do desenho eram separadas por intermédio de arestas salientes feitas no próprio barro.
AZULEJO DE CAIXILHOVer: azulejo enxaquetado.
AZULEJO DE CORDA SECAAzulejo hispano-mourisco dos finais do século XV e princípios do século XVI em que as várias cores eram separadas por intermédio de sulcos preechidos com uma mistura de óleo de linhaça e manganês.
AZULEJO DE CUENCAVer: Azulejos portugueses de aresta.
AZULEJO ESPONJADOAzulejo em que as tintas são aplicadas por intermédio de uma esponja ou de uma escova, de modo a sugerir um aspecto granitado.
AZULEJO ESTAMPADOAzulejos portugueses em que o desenho é aplicado por meio de uma estampa ou decalcomania sob o vidrado transparente. Esta técnica tem também o nome de impressão a talhe doce.
AZULEJO ESTAMPILADOAzulejo em que as tintas são aplicadas sobre o vidrado opaco utilizando uma estampilha.
AZULEJOS Portugueses ENXAQUETADOSComposição de Azulejos portugueses em xadrez simples ou assumindo uma estrutura mais complexa com a introdução de elementos retangulares mais estreitos e de cor diferente, sendo neste último caso denominados azulejos de caixilho.
AZULEJO DE FIGURA AVULSAAzulejos portugueses geralmente monocrômicos, representando cada um um motivo autônomo (flores, animais, barcos, etc.).
AZULEJO MUDEJARNome dado habitualmente aos azulejos de corda seca e de aresta. São também chamados azulejos hispano-árabes ou hispano-mouriscos.
AZULEJOS Portugueses DE PADRÃOAzulejos portugueses Composição ornamental formada pela repetição regular de um ou mais azulejos. Consoante o número de elementos necessários para formar o padrão, este pode ser classificado em 2×2, 4×4, até 12×12. O s azulejos de tapete do século XVII e os azulejos semi-industriais de fachada produzidos no século XIX são azulejos de padrão.
AZULEJO SEMI-INDUSTRIALAzulejos portugueses de padrão produzido no século XIX em que a decoração era feita usando técnicas semi-industrializadas, nomeadamente a estampilha ou a estampagem.
AZULEJO DE TAPETERevestimento parietal de azulejos ocupando toda a extensão de uma parede ou parte dela, formado pela repetição regular de padrões polícromos.
BARRAGuarnição formada por duas fiadas de azulejos inteiros.
BISCOITOPlaca de barro cozido sobre a qual é aplicado o vidrado.
CERCADURAGuarnição formada por uma única fiada de azulejos.
CHACOTAVer: biscoito.
DECALCOMANIAVer: azulejo estampado Azulejos português
DECORAÇÃO AO GRANDE FOGODecoração a altas temperaturas (superiores a 800ºC) utilizada na pintura sob o vidrado transparente e na pintura sobre o vidrado opaco em cru.
DECORAÇÃO AO FOGO DE MUFLADecoração a temperatura moderada, utilizada principalmente na decoração com vidrados coloridos e na pintura sobre o biscoito.
ELEMENTOAzulejo considerado individualmente.
ESTAMPILHAPapel oleado no qual estão recortados os desenhos com que se pretende decorar o azulejo e sobre o qual se aplicam as tintas.
FRISOGuarnição formada por uma fiada de fracções retangulares, obtidas pelo corte de um azulejo em duas, três ou quatro tiras.
IMPRESSÃO A TALHE DOCEVer: azulejo estampado.
MAJÓLICATecnica introduzida na Península Ibérica no século XVI por Francisco Nicoloso e que permitiu pintar a superfície vidrada do azulejo.
PAINÉIS HISTORIADOSPainéis de azulejo nos quais estão representadas cenas religiosas ou profanas.
PÓ DE PEDRAArgila sem ferro, misturada com quartzo moído.
TARDOZFace não vidrada do azulejo.